Qual a solução para o lixo?

*Por Rafael Dantas

Ao desenhar em palavras o seu município, a escritora e catadora Maria Carolina de Jesus dizia: “O Palácio é a sala de visita. A Prefeitura é a sala de jantar e a cidade é o jardim. E a favela é o quintal onde jogam os lixos”. Os versos que revelavam o drama social em que ela estava inserida, apontava ainda em meados da década de 50 um problema que iria explodir no Brasil: o descarte inadequado dos resíduos sólidos. Se a autora do clássico Quarto de Despejo narrava os dejetos espalhados pelas ruas e na porta da comunidade em que morava, a principal figura que viria a ilustrar esse desafio no País nas décadas seguintes seria a dos lixões. Diferentes versões da mesma tragédia, com implicações sociais, econômicas e ambientais. No entanto, nos últimos anos esse roteiro vem ganhando novas linhas, com o avanço da coleta seletiva e com o uso de novas tecnologias.

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